Na Bahia tem!!!


É Só clicar na imagem e colorir!!!

Para o povo da Bahia!!!

Podemos produzir um quadrinho e levar pra mamãe!!!


Salve o povo da Bahia!!!

Baianos são uma linha de trabalhadores de Umbanda que pertencem à chamada Linha das almas, a mesma dos Pretos-Velhos e Omulú. Suas giras são encontradas sobretudo em São Paulo. A correspondência no Rio de Janeiro é com a linha dos Malandros, cujo maior representante é Zé Pelintra. Outras linhas trabalham na gira dos baianos como por exemplo: Boiadeiros e os Mineiros.
Sempre com seu coco (mistura de cachaça e mel colocada dentro de um coco), a linha baiana está sempre disposta a ajudar os filhos de fé com seus conselhos e sua proteção. Esta linha trabalha tanto na Umbanda quanto na Quimbanda, geralmente não descendo nos trabalhos de esquerda (exceto Zé Pelintra), mas tendo a sua permissão para atuar na Quimbanda no plano espiritual.
Os Baianos trabalham na orientação material ou espiritual, desmancham trabalhos de magia negativa, nos ajudam no desenvolvimento mediúnico, nos assuntos e desavenças matrimoniais, nos assuntos profissionais, etc.
Os Baianos são muito comunicativos e muito brincalhões, usam bebidas alcoólicas e cigarros em seus trabalhos (não fumam os cigarros, fazem defumações com eles). O Baiano depois de um determinado período de comparecimento aos trabalhos, transforma-se em verdadeiro amigo e confidente e neles depositamos imensa confiança.
Essa é a prova que nem todo Baiano que se apresenta como tal, viveu na Bahia, pode ser pernambucanos, alagoanos, cearenses, etc. Uma coisa só lhes é peculiar: todos eles quando encarnados eram praticantes da magia negativa. Hoje usam esses conhecimentos para combater o mal, valendo-se da inversão dos pólos.
Consideramos a linha dos Baianos, não somente uma linha de trabalhadores amigos, mas sim, uma das linhas mais fortes que existe na Umbanda. Não conhecemos feitiço que não desmanchassem, não constatamos situação que não resolvessem.

VISITE:
http://caboclo7matas.blogspot.com.br/

Semana Santa!

Se algo aprendi em meus anos como mãe umbandista é que a batalha de manter o equilíbrio entre os aspectos religiosos e seculares de uma celebração não são tão fáceis de lidar. E, não é fácil, porque as celebrações seculares quase sempre são mais atrativas que sua contraparte religiosa. A Páscoa não é a exceção é uma celebração litúrgica importante no ano. É um dia em que reafirmamos nossa fé entre os mortos. Mas, para a maioria das crianças, é o dia em que o coelhinho da Páscoa lhes traz uma cesta cheia de doces e presentes. Garanto-lhes que se vocês perguntarem a qualquer de seus filhos menores de 10 anos que escolham entre ir celebrar a união com os irmãos de fé ou participar de uma festa com coelho pascal incluído por certo este gracioso animal ganharia. O fato é que, descobri que se me esforço ao máximo, sempre há maneiras de encontrar conexões entre a religião e as tradições seculares. A maneira como fazemos é nosso desafio como pais, avós, tios, tias e padrinhos umbandistas que somos.
Por exemplo, enquanto seus filhos adoram a caça dos ovos de páscoa pela casa, (assim ganhariam os prêmios escondidos dentro), pode-lhes explicar que o costume dos ovos de páscoa tem uma origem que simboliza o cristianismo: assim como o ovo oculta uma vida que brotará, a tumba de Jesus também oculta os segredos de sua passagem pela terra. Também, que o desejado coelho de Páscoa remonta a antigos pregadores do norte europeu que viam na lebre um símbolo da Ascensão e de como deve viver o cristão: as fortes patas traseiras da lebre lhe permitem ir sempre para cima com facilidade, enquanto que suas débeis patas dianteiras lhe dificultam a descida. Estas pequenas explicações, que podem ser ditas a maneira de história, podem abrir a porta para uma discussão entretida sobre o batismo, os preceitos religiosos, etc.
Ainda se a criança é muito pequena para entender o Batismo, por exemplo, verdadeiramente significa, é bom ir introduzindo-os sobre este tipo de tema de uma forma simples e entretida. Por exemplo, quando seu filho abrir seu livro de fotos e observar as fotos de seu batismo, junto com seus familiares podem ir lhe contando que essas fotografias foram tiradas no dia em que ela passou a formar parte da família religiosa. Tais argumentos, pelo menos, fazem que os filhos sejam conscientes deste sacramento e do que significa.

PARA COLORIR!!!




Este ovo tá bem colorido, tem quase todas as cores dos Orixás.
BOA DIVERSÃO!!!

QUARESMA

É um tempo de concentração que nos prepara para a grande festa da Páscoa Quaresma dura quarenta dias e começa na quarta-feira de cinzas e termina no domingo que se comemora a Páscoa.
Lembra os quarenta dias que Jesus passou no deserto em oração, antes de entrar em Jerusalém.
É tempo de nos arrepender de nossos pecados e de mudar algo de errado que fizemos e que não agradou nossos orixás, que não foi bom para nós mesmos e nem para os outros, é tempo de nos esforçarmos para sermos melhores e vivermos mais próximos de nossos amados Orixás.
Nesse período da Quaresma somos auxiliados pela linha das Almas e do povo de Exú.

CARNAVAL!!!

O carnaval e a quaresma são datas católicas e nossa umbanda tem muito do catolicismo.
Todos os dias são abençoados para o trabalho no terreiro.
A caridade não pode parar.
O que nos cabe neste período, como sempre, é a oração e a vigília.
Em tempos de carnaval predominam sobre a crosta terrestre vibrações densas de excessos nas comemorações do período.
É uma época de intenso trabalho para espiritualidade.
Por este motivo a maioria das casas realizam oferendas aos Exus para fortalecer a segurança ao trabalho durante as festividades do carnaval.
Devemos manter iluminado nossos anjos de guarda e redobrar a vigilância quantos as energias em nosso redor, então quando não estamos nos sentindo bem num lugar que lhe parece chato é melhor ir embora.
Podemos nos divertir, mas sendo criteriosos quanto ao tipo de local e atividades que frequentamos.
Bom comportamento e educação são essenciais.
BOA DIVERSÃO!!!

Pra colorir!



Plano de Aula para Iemanjá!

Vamos preparar a aula do povo do Mar.
Definição do Projeto:
A criança não consegue definir ainda esta situação entre divino e humano, por isso criamos os personagens para que ela possa idealizar e visualizar o Orixá neste momento, depois quando crescer ela entenderá que estávamos apenas personificando para que eles entendessem.

Tema: Povo das águas - Festa no Mar
Duração: 2 encontros de uma hora cada
Materias: Linguagem, Natureza e Sociedade.
Justificativa:
O tema possibilita a criança perceber-se que faz parte de um grupo social, auxiliando-o na Construção da sua identidade, Na atuação com o outro grupo na vida social, na Preservação do Meio Ambiente em que vive e na construção de valores.
Objetivos Gerais:
Refletir e valorizar a pluralidade cultural que existe no Brasil, fazer com que a criança perceba os valores das religiões de matizes africanas, podendo expressar a sua crença com propriedade de conhecimento.
Etapas previstas:
Elaboração de pesquisa sobre a pesca ilegal.
Construção de um livro de Receitas com culinária do Orixá.
Pontos Cantados de Iemanjá e do povo do mar.
Registros Através de textos e Desenhos.
Confecção um de mural .
Conversas Sobre o tema.
Desenhos para colorir.
Natureza e Sociedade: A Vida do povo que vive do mar (Dificuldade de reconhecimento de trabalho, morada próxima ao mar, problemas de saúde(dengue) a perda de companheiros que vivem da pesca com o mar revolto(ensinar a criança de como lidar com as perdas), o valor da facilidade que temos de comprar tudo pronto.

Culminância:
É imprescindível a participação dos pais, os alunos devem apresentar as atividades para que possam se motivar para as próximas etapas do caticismo.
Apresentação de Pontos Cantados
Exposição de fotos das aulas de festividades anteriores no terreiro e apresentação dos trabalhos realizados pelas crianças.
Se gostarem deixem seus comentários ou enviem fotos de suas realizações teremos prazer em postar no blog.
Que o povo do mar tragam bençãos de paz e saúde para seus lares.

Odoyá!!!

Viva a rainha do mar
Nossa Mãe Iemanjá

Passatempo

Vamos circular os bichinhos do mar e pintar bem bonito os outros bichinhos

Vamos colorir o Povo do Mar!!!



Esta Sereia é do Moacir de Souza, adoroooooo.
Até acredito que ele tem um pézinho no Axé! kkkkkkkkk

SARAVÁ OXÓCE!!!

VAMOS COLORIR sÃO SEBASTIÃO!!!

Plano de Aula

Este ano resolvi inovar e escrever sobre uma produção de aula sobre Oxóce, espero que seja proveitoso para a galerinha se divertir.
Definição do Projeto
Tema: Oxóce: O caçador de uma só flecha
Duração: 2 encontros de uma hora cada
Materias: Linguagem, Natureza e Sociedade.

Justificativa:
O tema possibilita ao aprendiz perceber-se que faz parte de um grupo social, auxiliando-o na Construção da sua identidade, Na atuação com o outro grupo na vida social, na Preservação do Meio Ambiente em que vive e na construção de valores.

Objetivos Gerais:
Refletir e valorizar a pluralidade cultural que existe no Brasil, fazer com que a criança perceba os valores das religiões de matizes africanas, podendo expressar a sua crença com propriedade de conhecimento.

Etapas previstas:
Construção de um livro de Receitas com culinária do Orixá .
Pontos Cantados de Caboclos.
Registros Através de textos e Desenhos.
Confecção um de mural .

Pesquisas.
Conversas Sobre o tema.
Confecção de cocar e chocalho.
Pintura no Rosto.
Desenhos para colorir.
Natureza e Sociedade: A Vida dos índios (Caça, Pesca, Onde moram, comidas, chás).

Culminância:
É imprescindível a participação dos pais, os alunos devem apresentar as atividades para que possam se motivar para as próximas etapas do caticismo.
Apresentação de Pontos Cantados
Exposição de fotos e do livro de culinária de Oxóce.

Se gostarem deixem seus comentários ou enviem fotos de suas realizações teremos prazer em postar no blog.
Que nosso amado Pai Oxóce traga muita fartura para seus lares.
OKÊ CABOCLINHO!

Atividades em E.V.A.

                                                 Podemos criar um porta-trecos
Ou criar um painel
Podemos criar um cocar com o nome da galerinha do curso

Reciclagem!

Podemos criar uma família, ou até mesmo toda a tribo com materiais recicláveis.

Podemos Criar Fantasias!

Vamos pintar???







SARAVÁ COSME E DAMIÃO!


PONTO CANTADO
Eu vi a lua surgir
Eu vi o sol ir embora}Bis

Crianças vem lá do céééu
Com Deus e Nossa Senhora}Bis

Salve Cosme e Damião
Salve o jardim de Oxalá
Papai do céu mandou
As criancinhas brincar

Em E.V.A. para decorar!

Lembrancinhas pra doces!!!

Estes são pras nossas crianças!





Ibejada

Falange das Crianças apresentarem-se com a roupagem fluídica de crianças, trazem destes somente a pureza e a alegria contagiante. Na verdade são os grandes Magos do Universo. Foram grandes Sacerdotes quando de suas encarnações na Terra. Escolheram a forma infantil por representar melhor a energia que elas manipulam, ou melhor, que elas emitem. Criança significa alegria e pureza, qualidades fundamentais para quem quer que deseje galgar na alta espiritualidade. Mas, muitas dessas entidades tiveram sua última encarnação interrompida ainda na fase infantil.Por outro lado, no processo de incorporação, a energia desta falange, normalmente penetra em grande parte pelo chákra laríngeo, fazendo com que o médium modifique a voz, afinando-a. São entidades de muita luz e muito poderosas, protegidos por Papai Ogum e Mamãe Iemanjá.

E os maiorzinhos da casa???

Bonecos em Biscuit, proposta para adolescentes.
Como fazer com que os adolescentes se envolvam nas festividades de Cosme e Damião?
Nesta etapa difícil e rebelde de todo ser humano, toma um pouco mais de esforço para fazer com que eles se envolvam já que pelo geral os garotos aproveitam estas festas para passar mais tempo com seus amigos em lugares de diversão ou simplesmente optam por estar fora de casa. Por isso, convém apoiar-se nos grupos juvenis que existem nas federções ou nos próprios terreiros. Quase sempre, durante os ofícios de decorar o terreiro, os ensaios de pontos cantados, ensaios em atabaques, as lendas podem ser lidas ou interpretadas em alguma peça teatral.
Estas obras freqüentemente são interpretadas no Natal e Páscoa. Sugere-se que o grupo juvenil ou grupo de amigos – com a ajuda de um sacerdote ou me´dium experiente - protagonizem a lenda dos gêmeos ibejis para o grupo religioso. Também podemos fazer uma vaquinha e providenciar lembrancinhas com chocalate para o grupo, imãs de geladeira com retratos...
Só não podemos desistir e perder para as drogas, ou vídeo-games...
Axé!!!!

E NOSSAS CRIANÇAS DIANTE DO PRECONCEITO RELIGIOSO?

Essa é a Naná ela é conhecida como GUERREIRINHA DOS ORIXÁS
 É comum as escolas reproduzirem os estigmas e as discriminações sofridas fora dela, educadores, diretores, pais, estudantes: nenhum deles nasce com preconceito. A intolerância é assimilada e fomentada pela sociedade, muitas vezes resistente quando se trata de lidar com as diferenças. "A discriminação surge da necessidade que temos de qualificar as coisas e os indivíduos dentro do que é socialmente considerado normal", as crianças só repetem as atitudes dos adultos em relação às diferenças religiosas e ao papel que estas desempenham nas ociedade, quando uma pessoa ocupa uma posição que, pela "normalidade", não faz sentido, surge oestranhamento.Pior ainda ao falhar na função de ensinar afastamos a criança e cometemos assim uma das mais nocivas formas de violência, o primeiro passo para combater a intolerância é aceitar que ela existe.“Trabalhamos a educação de forma idealizada e abstrata”O espaço escolar acaba sendo habitado por pessoas que se desconhecem e isso vai criando um campo fértil para julgamentos preconceituosos sobre a religião, achar que determinada religião não condiz com o perfil esperado do aluno é uma modalidade criminosa de exclusão social, causando ao educando o desgarramento de nossa religião ou dificuldades escolares.Muitos educadores tendem a atribuir estas dificuldades a fatores externos da escola, como “as famílias desestruturadas”. Não é por acaso que depredações, arrombamentos e furtos respondem pela maior parte dos atos de violência contra nossos terreiros.Nossas crianças e adolescentes não vêem sentido em uma instituição, sem Papa ou um único líder supremo, acabam considerando que nossa seita é de ninguém, em vez de perceber que somos de uma religião onde todos podem conquistar essa liderança ESPIRITUAL.Atitudes que fazem a diferença na inclusãoProcurar conhecer a legislação que garante o direito à liberdade religiosa.Deixar claro as crianças que manifestações preconceituosas contra religião não devem ser toleradas, e que se for necessário o educador ou orientador da escola deve ser informado sobre isso.Desenvolver um trabalho de escuta com a criança para perceber o que acontece de fato na vida dela, dessa forma conseguiremos sanar dúvidas e criar um começo no aprendizado consciente espiritual.Organize aulas em seu espaço de forma que, quando necessário, seja possível dedicar um tempo específico para formação religiosa das crianças.Podemos elaborar listas de palavras e em seguida pedir que façam desenhos. A criança tem grande senso de realidade, e isso precisa encontrar lugar de expressão nos terreiros.Dessa forma estaremos promovendo uma perspectiva melhor para o futuro de nossa religião, um grande abraço fraterno no coração de todos.
“A participação libera o aprendizado”
Dúvidas e sugestões escrevam para: magazen@ig.com.br

Falando sobre temas difíceis!

Parte do desafio de fazer nossos filhos participarem das celebrações religiosas é que a maioria das festas dos cultos são para adultos em natureza e conteúdo.
Os muitos símbolos e histórias que acompanham a Semana de Cosme e Damião provê numerosas oportunidades para as crianças se comprometerem e para que possamos lhes ensinar mais a respeito da fé. Nesta semana de 27 de setembro procure oportunidades para fazer conexão entre as tradições festivas seculares do povo de santo. Crie portunidades onde você mesmo poderá aprender algo de novo no processo.
Se não estiver segura quais são essas conexões, deve visitar uma livraria local com livros sobre africanidades e suas tradições ou buscar na Internet.
Porém nunca se esqueça que através dessas datas que mantemos nossos jovens próximos da nossa fé, qual adulto que não se lembra da festa de Cosme e Damião que tinha no bairro, que sua mãe os levavam ou até iam escondido só para ganhar doces?
Nossos jovens não devem ser esquecidos dentro dos terreiros, um abraço, uma lembrança, um bom bate papo, um carinho do Babalorixá, tudo contribui para o futuro deles, para que tenham paz e segurança na sua Fé tão discriminada, pensem nisso.
Paz e Luz.
Yonar Peixoto

LANÇAMENTO EM GUARULHOS!

Dia 25 de Novembro de 2008, a professora Yonar Menezes lançou a coleção de livros infantis de Umbanda, “Coleção Atividades de Orixás”. Idealizado por ela, professora, dirigente espiritual, teóloga e escritora, os livros são indicados para a divulgação da cultura afro-brasileira e a obra é inédita no mercado. Num momento em que o MEC (Ministério da Educação e Cultura) se preocupa com esse tipo de divulgação cultural, a obra vem a calhar. “Ainda existe muito preconceito por aquilo que não se conhece, por aquilo que nos é estranho. Somente o conhecimento nos permite entender e compreender as diversas manifestações culturais e religiosas que fazem com que o Brasil seja tão pluricultural como é. O Brasil é um dos celeiros culturais mais abundantes do mundo e não podemos permitir que todo esse conhecimento não seja conhecido (e reconhecido!) por nós, brasileiros, enquanto o mundo já se deu conta disso!”, comentou a autora. Contamos com a presença de vários amigos ilustres preocupados com o futuro de nossa religião. Já vimos, enquanto educadores, casos em que o aluno foi proibido pela mãe de participar de aulas de Capoeira por ter, nessa dança-esporte, a inserção de instrumentos afro_ atabaques, berimbaus, e outros_ usados também nas manifestações afro-religiosas. Não é isto a mais clara manifestação de ignorância? É claro que o termo ‘ignorância’ aqui é usado na sua mais ampla acepção etimológica que é, do latim, ignorâns, antis, que significa, ‘não saber, não ter conhecimento’. Os responsáveis pelo fato? Todos aqueles que, de uma forma ou de outra, são educadores_ sejam pais, mestres, padres, pastores. É claro que, esses últimos, tem a desculpa de ‘falar em nome de Deus’, porém, como estudiosos, não podemos esquecer que várias guerras e extermínios foram (e ainda são!) realizados (e justificados) ‘em nome de Deus’!
Procurando dirimir a ignorância, a obra foi idealizada. Em linguagem simples, lúdica e pedagógica, leva o leitor a apropriar-se de conceitos até então inimagináveis e, portanto, assustadores. Levantando-se o véu do conhecimento, o que era estranho passa a ser comum e, portanto, aceitável. A perseguição, como nos mostra a História, é claro que haverá. Porém, podemos, se assumirmos nossa responsabilidade de divulgar com clareza a religião de nossos ancestrais, minimizá-la. O jovem é acessível, é aberto ao crescimento intelectual e cultural, diferente de nós, pais e educadores com nossos (pre) conceitos velhos e ultrapassados. O lançamento da obra “Coleção Atividades de Orixás” teve noite de autógrafos dos autores e grande aceitação do público presente. Composta por sete (7) livretos, cada um traz informações sobre os Orixás Oxalá, Ogum, Oxoce, Xangô, Iemanjá, Iançã e Oxum. Por exemplo, o sincretismo religioso é abordado de modo comparativo e elucidativo, as oferendas são exemplificadas e justificadas. Enfim, é uma obra que não pode faltar àquele que deseja ver sua religião conhecida e respeitada. A obra pode ser encomendada pelo e-mail: magazen@ig.com.br.