Arte em Vitral!
Esta imagem pode tornar-se um lindo vitral ou até mesmo um belo Mosaico, a pintura Iansã, acrílica sobre tela, 122cm por 122cm - de Marcio Mel
Aniversário da Umbanda
Neste 15 de novembro comemoramos o 102º aniversário da Umbanda, que tem como marco de sua fundação a manifestação do Caboclo das Sete Encruzilhadas na casa do saudoso Pai Zélio Fernandino de Moraes em Neves no Rio de Janeiro.
A Umbanda em seus 102 anos de existência já dispunha de quase todos os símbolos que uma religião necessita para marcar a sua presença, a sua existência. Faltava-lhe todavia aquele símbolo que por si só identifica um povo, uma nação, faltava-lhe uma B-A-N-D-E-I-R-A !! A idéia de uma bandeira para a Umbanda surgiu através do babalorixá, presidente da Associação de Umbanda de Caxias, Saul de Medeiros (Saul de Ogum), o qual idealizou a bandeira e que de imediato foi bem recebida pelo povo afro-umbandista de Caxias do Sul e também do Rio Grande do sul, mas a idéia era que a bandeira se tornasse nacional. Em abril de 2008 ocorreu a união entre Saul de Medeiros e a Federação de Umbanda do ABC Paulista que resultou em 01 de Junho de 2008 no lançamento oficial da Bandeira da Umbanda no Teatro Municipal Dr. Paulo Machado de Carvalho, na presença de 1.200 irmãos de fé. A Bandeira pelo olhar de seu criador (Saul de Medeiros): "A imagem de um lindo sol radiante e, de seu núcleo, saí uma figura que no primeiro instante parece a de um enorme pombo branco, mas olhando com mais atenção, a forma se modifica deixando transparecer um espectro humano angelical e com enormes asas, como se dirigisse a um destino determinado a realizar uma missão". Vamos todos trabalhar pela divulgação deste símbolo, como diz nosso hino: "Levando ao mundo inteiro a bandeira de Oxalá".
Saravá a todos
Saravá a todos
Obaluaiê
Obaluaiê ( “rei”, “senhor da terra”)
Obaluaiê, o mais moço, é o guerreiro, caçador, lutador. Omulu, o mais velho, é o sábio, o feiticeiro, guardião. Porém, ambos têm a mesma regência e influência, significam a mesma coisa, têm a mesma ligação e são considerados a mesma força da natureza.
Na Umbanda, Obaluayê é evocado como Senhor das Lamas, o Senhor das Passagens, trazendo o fator “ancião” de sabedoria de “velho”. Pai Obaluayê é também um Orixá curador e na linha das almas ou corrente de pretos-velhos é regida por ele.
Oferenda:
Velas brancas, vinho rose licoroso, água potável, coco seco fatiado coberto com mel e pipocas, rosas brancas, margaridas e crisântemo branco. Tudo depositado no cruzeiro do cemitério, à beira mar ou à beira de um lago.
Água de Obaluayê para lavagem de cabeça - Amaci:
Filho de Nanã, que o abandonou por ser doente, foi criado por Iemanjá. Orixá fundamentalmente Jeje, mas louvado em todas as nações por sua importância. Conta-se que, abandonado por Nanã, foi cuidado por Iemanjá que o alimentava com pipoca sem sal acrescida de mel para melhorar o gosto, e passava azeite de dendê em suas feridas para aliviar a dor e coceira.
- Dia da semana: segunda-feira
- Cores: branca (paz e cura), preta (absorção de conhecimento) e/ou vermelho (atividade).
- Saudação: Atotô! (Oto: “silêncio!”).
- Número: 7 e por extensão 13
- Elemento: terra
- Domínio: saúde (doenças)
- Sincretismo: São Lázaro; São Roque
- Comemoração: 2 de novembro
- Flor: bananeira silvestre, monsenhor branco.
- Ervas: agapanto lilás, agoniada, alfavaca roxa, aloés, aroeira, arrebenta cavalo, barba-de-velho, beldroega, boldo, panacéia, cajueiro, carrapateira, cebola-cecém, cipó chumbo, coentro, melão de São Caetano, feijão preto, figo benjamim, gameleira, gervão, guararema, jenipapeiro, mamona, mastruço, velame do campo, zinia.
- Velas: branca (paz, limpeza) e preta (conhecimento).
- Instrumento: xaxará
Uma lenda de Omulú
OBALUAÊ TEM AS FERIDAS TRANSFORMADAS EM PIPOCA POR IANSÃ
Chegando de viagem à aldeia onde nascera.
Obaluaê viu que estava acontecendo uma festa com a presença de todos os orixás.
Obaluaê não podia entrar na festa, por ser muito tímido.
Então ficou espreitando pelas frestas do terreiro.
Ogum, ao perceber a angústia do orixá, cobriu-o com uma roupa de palha que ocultava sua cabeça e convidou-o a entrar e aproveitar a alegria dos festejos.
Apesar de envergonhado, Obaluaê entrou, mas ninguém se aproximava dele.
Iansã tudo acompanhava com o rabo de olho. Ela compreendi a triste situação de Omulu e dele se compadecia.
Iansã esperou que ele estivesse bem no centro do barracão.
Chegando de viagem à aldeia onde nascera.
Obaluaê viu que estava acontecendo uma festa com a presença de todos os orixás.
Obaluaê não podia entrar na festa, por ser muito tímido.
Então ficou espreitando pelas frestas do terreiro.
Ogum, ao perceber a angústia do orixá, cobriu-o com uma roupa de palha que ocultava sua cabeça e convidou-o a entrar e aproveitar a alegria dos festejos.
Apesar de envergonhado, Obaluaê entrou, mas ninguém se aproximava dele.
Iansã tudo acompanhava com o rabo de olho. Ela compreendi a triste situação de Omulu e dele se compadecia.
Iansã esperou que ele estivesse bem no centro do barracão.
O xirê estava animado.
Os orixás dançavam alegremente com suas equedes.
Iansã chegou então bem perto dele e soprou suas roupas de mariô, levantando as palhas que cobriam suas pestilência.
Nesse momento de encanto e ventania, as feridas de Obaluaê pularam para o alto, transformadas numa chuva de pipocas, que se espalharam brancas pelo barracão.
Obaluaê, o Deus da Doença, transformou-se num jovem, belo e encantador.
Obaluaê e Iansã tornaram-se grandes amigos e reinaram juntos sobre o mundo dos espiritus, partilhando o poder único de abrir e interromper as demandas dos mortos sobre os homens.
Os orixás dançavam alegremente com suas equedes.
Iansã chegou então bem perto dele e soprou suas roupas de mariô, levantando as palhas que cobriam suas pestilência.
Nesse momento de encanto e ventania, as feridas de Obaluaê pularam para o alto, transformadas numa chuva de pipocas, que se espalharam brancas pelo barracão.
Obaluaê, o Deus da Doença, transformou-se num jovem, belo e encantador.
Obaluaê e Iansã tornaram-se grandes amigos e reinaram juntos sobre o mundo dos espiritus, partilhando o poder único de abrir e interromper as demandas dos mortos sobre os homens.
Saravá Mamãe Oxum!!!
Oxum (Nossa Senhora Aparecida)
Domina as águas doces (rios), comanda suas linhas transmitindo amor e fraternidade para seus filhos. Muitos usam o sincretismo para poderem situar-se com os orixás. O sincretismo nada mais é do que relacionar o nome do orixá com um santo católico, por exemplo, Feminina, sensual, ingênua, dócil e infantil, desejosa de curar, ajudar e cuidar dos fracos. Afetividade, familiaridade, concordância, maternidade, altruísmo. Poder claramente relacionado com a fecundidade.
Bebiba - Vinho Branco Doce
Comida - Canjica Amarela
Vela – Amarela, azul, lilás
Como surgiu o Dia das Crianças
O Dia das Crianças no Brasil foi "inventado" por um político. O deputado federal Galdino do Valle Filho teve a idéia de criar um dia em homenagem às crianças na década de 1920.Na década de 1920, o deputado federal Galdino do Valle Filho teve a idéia de "criar" o dia das crianças. Os deputados aprovaram e o dia 12 de outubro foi oficializado como Dia da Criança pelo presidente Arthur Bernardes, por meio do decreto nº 4867, de 5 de novembro de 1924. Mas somente em 1960, quando a Fábrica de Brinquedos Estrela fez uma promoção conjunta com a Johnson & Johnson para lançar a "Semana do Bebê Robusto" e aumentar suas vendas, é que a data passou a ser comemorada. A estratégia deu certo, pois desde então o dia das Crianças é comemorado com muitos presentes! Logo depois, outras empresas decidiram criar a Semana da Criança, para aumentar as vendas. No ano seguinte, os fabricantes de brinquedos decidiram escolher um único dia para a promoção e fizeram ressurgir o antigo decreto.
A partir daí, o dia 12 de outubro se tornou uma data importante para o setor de brinquedos.
Passe um dia diferente com seu filhos: Saia para brincar, faça um piquenique, passeie no parque, jogue bola,brinque de casinha, vídeo game, correr, fazer qualquer coisa para que eles se sintam amados é o mais importante".
Lembrancinhas de Oxum
Podemos homenagear Mamãe Oxum com cones decorados com os bichinhos de suas águas e repletos de docinhos para as crianças
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